sexta-feira, 4 de maio de 2012

Never Let You Go 3

Acordei com um ser vivo batendo na minha porta. Levantei assustada e olhei a hora, meu Deus eu dormi demais já são 21:00 horas.

-Pode entrar. - Falei calma e embaixo das cobertas por conta do gelado vento que havia sentindo sobre meu corpo.
-Ér... Jú, posso te chamar assim? - Perguntou Justin envergonhado, diferente daquele Justin em que havia visto no aeropoto.
-Claro que pode seu bobo, me chame como quiser. - Falei e dei um sorrisinho meigo. - O que você queria Justin?
-Minha mãe pediu para você se arrumar e descer pois o jantar já está pronto. - Ele falou e deu um meio sorriso.
-Ah, mais é claro. Avisa pra ela que vou tomar um banho rápido e já estou descendo. - Falei já me levantando e indo em direção a minha mala pegar minhas peças intimas e um abrigo. Eu iria ficar em casa então nada que me impedisse de usar um.
-Pode deixar pequena, estou descendo qualquer coisa só dar um berro ok? - Ele falou meio tímido.
-Ér... claro, mais acho que não vai precisar não Jus. - Sorri e entrei no banheiro, tranquei a porta me despi, liguei o chuveiro e tomei meu banho, a água morna percorria cada curva de meu corpo, era tão relaxante. Minha vontade era de nunca mais sair daquele chuveiro. Escutei batidas na porta.
-Pequena ainda está viva ou morreu afogada? - Comecei a rir e não respondi para ver o que acontecia. - Pequena? Pequena? Júlia? O PEQUENA VOCÊ ESTÁ AI? OH MEU DEUS MAMÃE CORRE A JÚLIA NÃO TÁ RESPONDENDO, SOCORRO, SOCORRO. - Eu comecei a rir descontroladamente, minhas gargalhadas eram tão escandalosas que Justin começou a rir junto a mim. - Sua sem graça você estava viva.
-Calma Jus, eu só irei me vestir. - Desliguei o chuveiro me sequei e coloquei a roupa quando sai do banheiro vi que Justin estava deitado na minha cama olhando para o teto. - Em que tanto pensa?
-Na vida. - Ele falou e desviou seu olhar para mim. - Um dia eu estava aqui sentindo sua falta e no outro você está aqui na mesma casa que eu, dividindo o mesmo ar, tão perto, tão linda. - Ele falou e seus olhos brilharam, automaticamente senti um sorriso se formar em meus lábios.
-Oh, a vida é tão surpreendente não? - Falei o fazendo rir. - Agora vamos que eu estou morrendo de fome. - Falei indo correndo para a cozinha, eu estava faminta. - Hummmm, que cheirinho bom Dona Pattie.
-Hey Júlia, para de me chamar de dona, já falamos sobre isso. - Ela falou em um tom bravo, eu arregalei meus olhos e logo depois ela sorriu. - Eu estava brincando com você sua boba. Fiz macarronada, você gosta querida?
-Amo. - Falei e dei um sorriso de lado. - Como você sabia?
-Foi o Justin que falou que você amava macarronada, então resolvi fazer. - Como Pattie consegue ser uma pessoa tão meiga, tão fofa, tão minha.
-Awn Pattie, nem precisava.
-Oi mãe, Oi pequena.- Chegou Justin dando um beijo e um abraço em mim e na Pattie.
-Hummm, macarronada, eu sei que você ama Jú.
-Amo mesmo, agora que o Justin chegou vamos comer, estou morrendo de fome. - Falei e Pattie sorriu educadamente botou um pouco em cada prato, terminamos de almoçar e eu ajudei Pattie na cozinha em quanto Justin assistia TV. - Essa gente folgada que não ajuda em nada e só assisti TV.
-Hey, eu ouvi em pequena. - Ele falou e eu comecei a rir.
-E quem falou que não era para ouvir? - Falei dando um risinho abafado junto com Pattie.
-Ai deixa eu em paz. - Ele falou manhoso.
-Vai lá cuidar do bebê Jú. - Falou Pattie sorrindo.
-Mas eu ainda não terminei de ajudar a senhora. - Falei e ela deu uma risada.
-Vai lá agora, eu não to pedindo estou mandando. - Ela falou autoritária. Fui para sala e fiquei conversando um bom tempo com Justin, ele começou a fazer carinho em meus cabelos e eu acabei dormindo.

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Hey amores como estão? Eu sou uma das escritoras aqui do blog, tem duas. Eu e a kelly, e eu quero pedir desculpas por não ter postado ontem ok?

~~TCHAU~~

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Never Let You Go 2


Acordei animada, meu voô iria sair as 14:00 horas. Não vejo a hora de embarcar no avião e rever meu pai. O triste que vai ser apenas daqui uma semana. Mas eu vou pro Canadá e vou rever meu melhor amigo que seja ér... como é mesmo? Ah, Justin. Levantei fiz minha higiene e tomei um banho. Olhei no relógio e levei um susto já são 12:30. Desci correndo e minha mãe estava pondo os pratos na messa.
-Filha, almoça rápido se arrume e dessa com suas malas que você tem que estar no aeroporto as 13:00 horas para fazer o check-in. - Ela falou e eu sorri. Comecei a almoçar e quando terminei subi correndo para me arrumar. Botei uma calça jeans uma regata com uma jaqueta por cima e um all star. Passei rímel e só já estava pronta. Desci e pedi pata mamãe me ajudar afinal eram 4 malas.
-Mãe, me ajuda aqui se não eu vou caAiiiR. - puuuuuuuft pronto cai da escada. Minha mãe começou a rir muito e eu fiquei a olhando com cara de tacho. - Ai mãe, deixa de ser boba e vem me ajudar por favor. - Falei com carinha de anjo.
-Ta bom filha, mais isso foi engraçado. - Disse ela dando outra risada que fez eu rir também. - Filha já era para nós estarmos lá corre. - Ela falou botando as malas no porta-malas do carro e indo em direção a porta do motorista. - Se comporte na casa da Pattie e não se esqueça de me ligar todos os dias, se não vou lá buscar você em mocinha. - Ela falou em um tom de que estava brava mais eu conhecia minha mãe e ela estava apenas brincando.
-Pode deixar mãe, a senhora não vai se arrepender de ter me deixado ir. - Falei sorrindo. E logo em seguida chegamos no aeroporto. Sim nós estava atrasadas jpa eram 13:30.
-Rápido filha deixa de ser lerda. - Ela falou correndo e indo até a moça. Fizemos tudo o que tinha que fazer e ficamos conversando mais um pouco logo o meu voô foi chamado.
-Mãe eu tenho que ir, vou sentir muito sua falta. - Disse dando nela um abraço bem forte.
-Eu também irei sentir muito a sua falta, eu te amo filha. - Ela deu um sorriso e eu fui em direção ao portão de embarque. Eu ia sentir tanta falta da minha mãe. Falei e senti uma lágrima caindo de meus olhos. Olhei pra trás uma última vez e acenei para ela dando lhe um tchau com as mãos e ela fazendo o mesmo. Entrei no avião procurei a minha cadeira e ao encontrar me sentei, coloquei meus fones de ouvido e logo adormeci. Acordei  com uma moça me falando que nós tinha chegado, oh Canadá, quanto tempo não vinha aqui, estava morrendo de saudades. Senti um vento gelado percorrer pelo meu corpo, sim aqui estava muito frio na verdade na maioria das vezes aqui é frio. Peguei minhas malas e fui para o portão de saída, lá olhei as pessoas e não via nenhuma familiar até achar uma bela moça morena de olhos verdes sorridente com uma placa escrita meu nome.
-Olá, você deve ser a senhora Pattie não é? - Falei com um tom de respeito ela logo sorriu e veio me abraçar.
-Oh meu Deus, como você está grande. E por favor só Pattie meu amor. - Ela disse com um sorriso meigo em seu rosto. - Vamos, Justin esta nos esperando no carro. - Ela falou e eu logo me lembrei desse Justin. Fomos para o carro e lá estava ele encostado nos esperando como Pattie havia falado. - Filho aqui está a Júlia, lembra dela?
-Ah sim, Júlia quanto tempo! - Ele falou com um sorriso vindo me abraçar.
-Oi, ér.... Justin. - Falei um pouco envergonhada e dando-lhe um abraço apertado.
-Eu acho que você não lembra de mim por conta do acidente em que teve não é? Bom eu sou o Justin, tenho 18 anos e sou capitão do time de basquete da escola. - Ele falou como se fosse o melhor, não gostei desse garoto.
-Prazer em conhecer, acho que é isso. Eu sou Júlia, tenho 17 anos e sou eu. - Disse e sorri, ele deu uma risadinha e botou minhas 4 malas no porta-malas de seu carro, eu entrei no banco de trás ele entrou no motorista e Pattie no caroneiro.
-Uau, quantas malas.
-Claro, irei ficar por aqui 4 meses. - Dei uma leve risada. Depois de um tempo chegamos na casa e nossa era linda, apresentaram meu quarto e eu fui dormir pois estava muito cansada da viajem.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Never Let You Go 1 - FIC NOVA -

Eu lembro como se fosse ontem eu indo embora da cidade e deixando a pessoa que eu mais amo nessa vida para trás e tudo por causa de uma separação eu sofro cada dia mais e mais por ver meus pais afastados e por fazerem exatamente 7 anos que eu não vejo. Você não sabe o quanto eu sinto saudades dele, de suas brincadeiras, de tudo. Eu preciso dele pelo menos essas férias. Sim hoje eu tenho 17 anos e bom eu ainda amo o menino que eu deixei lá a 7 anos eu não lembro do nome dele, apenas lembro de nossa despedida eu acho que foi pelo fato de eu ter um acidente depois de ter me mudado para o Brasil.
-FIIIIIILHA VENHA AQUI PRECISO FALAR COM VOCÊ.
-JÁ ESTOU DESCENDO MAMÃE. - Eu disse descendo as escadarias da minha casa.
-Filha, seu pai acabou de ligar e disse que está morrendo de saudades, ele perguntou se você não quer passar as férias na casa dele, você quer?
-Sério isso mãe? Claro que eu quero, eu estou morrendo de saudades dele. E quando vou pra lá? Afinal minhas aulas terminam amanhã. - Disse com meus olhos brilhando eu estava morrendo de saudades dele.
-Você vai para o Canadá amanhã. - Ela disse e eu a abraçei o mais forte que pude.
-Eu te amo mãe.
-Mais filha você vai ficar na casa de uma amiga que tenho lá, ela se chama Pattie, aliás ela é mãe do Justin, se lembra dele filha?
-Justin.... ér.. esse nome é meio familiar, mas não lembro mamãe. O que ele é meu? - Perguntei curiosa, afinal Justin não me era um nome muito estranho ele deveria ser um primo ou alguma coisa assim.
-Justin era seu melhor amigo antes de irmos embora do Canadá. Pattie diz que ele sente muita falta sua. - Ele era meu melhor amigo, mas eu não lembro dele e eu deveria? Nesse exato momento me veio uma forte dor de cabeça e lembranças.

*Lembraças on*
-Só nunca se esqueça de mim.
-Eu juro que nunca esquecerei. E você me promete?
-Prometo, nem a distância vai mudar meu amor por ti.
-Eu confio em você, eu sei que vai cumprir sua palavra.
-Eu também confio em você, por favor não me decepcione.
-Não irei minha pequena.
-Eu te amo. -Esse foi o primeiro ''eu te amo'' que disse a ele, tinha medo de ouvir a resposta mais estava indo embora e isso era preciso. Eu queria falar toda a verdade por mais que eu tenha apenas 10 anos eu amo esse garoto como nunca amei ninguém, eu espero que ele nunca se esqueça o quanto ele me fez feliz, o quanto me fez sorrir o quanto o amo. Ele é meu melhor amigo e eu o amo tanto ao ponto de dar a vida por ele, eu odeio vê-lo assim, odeio vê-lo chorar, ainda mais quando é por mim.
-Eu te amo muito mais pequena. - Um sorriso se formou em meio minhas lágrimas por ter ouvido essa resposta, eu tinha medo mais agora tudo isso havia passado, ele me ama e isso é tão bom.
-Eu tenho que ir, mas não me esqueça estou indo pra outro país e não embora de sua vida.
-Eu sei minha pequena, você vai estar sempre aqui guardada em meu coração, aliás meu coração não está aqui ele está indo junto a ti, cuida dele bem tá bom pequena?
-Eu cuido sim e você irá cuidar do meu? Eu posso estar lá, mais minha mente e meu coração sempre estarão aqui.
-Eu cuido pequena, pra sempre. - Uma lágrima escorreu dos meus olhos e ele secou a mesma. Nos abraçamos e logo depois fui para o avião cada passo que eu dava me sentia mais distante dele, me sentia mais perdida. Sem chão. Essa era a palavra que definia como estava me sentindo agora.
*Lembranças of*

-Filha você esta bem? - Perguntou minha mãe preocupada.
-Estou mãe, foi apenas uma pequena lembrança de eu me despedindo de um garoto. - Falei com lágrimas nos olhos por não conseguir me lembrar o nome dele.
-Calma meu amor, vai ficar tudo bem, você vai se lembrar desse garoto. - Ela falou calmamente e com um belo sorriso em seus lábios, aliás fazia muito tempo que eu não tinha mais nenhuma lembrança e isso era ótimo.
-Mãe, por que vou ficar na cada dessa tal Pattie? - Falei curiosa e mais calma.
-Porque seu pai teve um imprevisto e teve que ir viajar para Itália, mais na próxima semana ele já esta de volta. - Ela falou novamente calma, eu amo esse jeito compreensível da minha mãe.
-Ah, então eu vou subir e ligar para Selena para dizer que vou ir para o Canadá. - Falei sorrindo.
-Filha você acha mesmo que a Selena irá se importar se você vai ou não? Ela é sua prima mas nunca gostou de você, quando você ficou internada e todos estavam preocupados ela nem sequer apareceu lá para dar apoio. Não se preocupe com ela.
-Ta bom mãe, então eu não vou ligar pra ela, eu nem vou fazer diferença na vida dela. - Falei subindo as escadas correndo para ir arrumar as malas.
-Filha quando terminar desce para jantar.
-Ta bom mãe. - Fiz todas as malas no total deram 4 malas, eu sei que sou muito exagerada mas é que eu vou ficar 4 meses lá, desci e vi que minha mãe tinha feito lasanha.
- Hummm, isso tá com um cheiro tão bom.
-Fiz porque hoje é meu ultimo dia com você e só irei te ver daqui 4 meses, vou sentir muita falta de você filha.
-Eu também vou sentir muito sua falta. -  Falei e nos abraçamos, logo depois jantamos e eu fui dormir, amanhã iria ser um longo e cansativo dia.